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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Vulneráveis


Você sabe que é errado, e eu também.

Não deveríamos ter permitido tamanha entrega,

Nem alimentado nossas imaginações 

Com desejos e vontades proibidas...

 

Estava perdido, cruzando linhas que não deveria

Assustado, vendo meus limites serem testados

E você sussurrando para eu sair da sua frente,

Com maxilar travado e respiração funda, o faço.

 

Na prática não cometemos nenhum pecado,

Mas, não seria o desejo em si, uma outra forma?

No final das contas, a verdade é que o que importa

 

É qual história estou contando para mim mesmo

Para defender esse sentimento. Somos vítimas,

Somos autores? Seja um ou outro, somos covardes.