Pesquisar este blog

domingo, 21 de outubro de 2012

Um, Uma


Não aguento mais fugir.
Quero tê-la. Novamente.
Quero ter porque sorrir.
Meu coração dormente

Sente falta de bater forte.
Não quero, e não consigo.
Esquecer pra quê? Um corte,
Uma cicatriz. E eu lhe digo:

Dói. 

ROMA


Tudo passa. Até o que não queremos.
Ultimamente, eu me resumo numa só palavra:
Você. Engraçado, mas ao mesmo tempo,
Angustiante. É como tentar segurar água.

Tudo pode estar bem. Mas sem você deixa de ser tudo.
E aí, por alguns detalhes, o rico vira pobre.
E aos poucos, eu vou deixando de ser eu.
E aí, eu lembro que tudo passa.

Recomeço



Sem dúvidas, todo fim é um recomeço.
Marcado por momentos de lembranças,
Das quais eu tento, mas não esqueço.
Dos risos, olhares, beijos, danças.

Que não passam disso, lembranças perdidas.
A dor é amarga, mas a coragem é duvidosa.
É difícil, aturar todas as feridas ardidas.
Mas pior, é não poder segurar a minha rosa.

Sensível, perfumada, delicada, linda e deslumbrante.
Foram tantas frases escritas quantas apagadas em seguida.
Tantos sorrisos quantos beijos e abraços restantes.

Tão louco como o tormento na mente de um suicida.
Tão alucinante como a viagem de um viciado.
Sem dúvidas, todo recomeço é um fim marcado.