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domingo, 17 de outubro de 2010

Domador de feras


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O
homem sente medo, disso não há dúvida.
Medo daquilo que não vê, que não precisa ter.
Enquanto deveria temer o próprio homem ser,
Dia em que ele souber o que temer, mudará sua vida.

O medo não pode ser extinto, deve-se contra, lutar
Fazê-lo com que não o afete mais, enfrentá-lo.
A cada vez que fugimos, ele só tende a aumentar,
Ziguezagueando entre nossas mentes sem calá-lo.

O medo, incrivelmente, é essencial para o ensinamento.
Horrível é aquele que deixa que o medo entre na’lma,
Onde poucos podem ver e ajudar, onde mais a dor

Minuciosamente atua, domando a fera, triste sofrimento...
Entre tantos meios, o medo é o mais eficaz que traz calma,
Mesmo que demore, ele passará, e Dele, mostrará o amor.



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Olhos vendados

Imagine-se imerso completamente na escuridão.
Nela não verá ninguém, e também não poderá ver.
Se você resolve exclusivamente acender um lampião,
Vespas virão para apagá-lo, disso não pode se esquecer.

Em nosso livro, somos nós quem escrevemos os capítulos.
Como qualquer um, não há só os capítulos de felicidade,
Há também os de tristeza, de sofrimento. Tais versículos
Não podemos nos esquecer, e precisamos viver de verdade.

Porque assim aprendemos a não cometer os mesmos novamente,
Voando certo, sem ter que pelo mesmo motivo, de novo errar.
Quando acendemos uma luz em nossas vidas, simultaneamente,

Haverá alguém querendo apagá-la. Nunca canse de lutar,
‘Porque no livro da vida, não podemos mudar as páginas já escritas,
Mas podemos escrever nas que ainda estão em branco.’


Há quem não procure acender uma luz. Tendo em vista que quanto mais tempo passarmos na escuridão, mas cego nos tornaremos quando a luz voltar, escolha.



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