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sábado, 11 de julho de 2009

Quatorze horas e quatorze minutos, Onze de Julho

Vejo no céu a miscelânea entre cinza e azul.
Ouço em tua voz a canção que é estar apaixonado.
Meu coração já não é mais como o pólo sul.
Agora ele bate, reproduz som, não é mais congelado.

Não posso ver teu rosto. Inda sim sinto tua presença.
Estar longe de ti faz com que meus batimentos desacelerem.
Estar perto de você é o que muitos ou todos não querem...
Não posso dizer a meu coração a verdade. Ele não pensa.

Longe de ti o vermelho que ele possui é fosco.
E quando não estás por perto, torna-se tosco.
E ele sente-se pela metade, esperando a outra

Que está com você. Apesar de tolo e intolerante,
Ele sabe que certa hora irás chegar.
Ele sabe que certa hora irás amar.


- Namur.

Onze de Julho

Dia onze de julho de dois mil e nove.
Um amanhecer calmo e gostoso.
O clima não diz se dá sol ou se chove.
Tudo tão incrivelmente maravilhoso.

Ouço em minha humilde moradia,
O som do vento soprando no ar.
Ouço o som de pássaros a cantar,
Algo tão lindo, verdadeira melodia.

Tenho tudo e para mim não tenho nada.
Pois o meu ‘tudo’ não é o que eu pareço ter.
Não tenho a ti comigo, em meu lado sentada...

Sinto frio e ao mesmo tempo intenso calor.
Vejo lentamente o amanhecer virar anoitecer.
Este foi mais um dia distante de meu amor.

- Omar.