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sábado, 10 de maio de 2008

Sacrifício

Cansei de insistir naquilo,
O qual nunca poderá existir,
Saberás o que realmente desejas?
Acho que estás mais confusa do que consciente...

Eu fui paciente sim!
E fui também inconseqüente e ausente...
Acho que devo dar um fim a esta “coisa”.
Se não for você a me amar, quem será?

Existe um outro alguém.
Sempre há um outro alguém presente... Porém:
Nem sempre é quem queremos que seja. Culpa?

Por que nunca pedimos desculpa?
Por que não assumimos a verdade?
Eu ainda procuro minha felicidade...



Omar Namur De Ávila Baldo

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Desejo

Como sempre aqui vou eu!
Não consigo parar de pensar...
No que houve no que aconteceu;
Estou prestes a me apaixonar.

Quero ter um beijo teu,
Sentir seu cheiro, aquele olhar.
Uma coisa é certa, meu coração já é seu...
É isso mesmo, o nome disto é amar...

Um dia acordarei ao seu lado,
Acordado sentirei seu perfume, seu odor,
Saberei que não fora um sonho sonhado...

Acho que isso se chama amor,
Seja lá o que for, se um sonho não for,
Meu sonho estará realizado...






Omar Namur De Ávila Baldo

domingo, 4 de maio de 2008

Humanidade

Por que a humanidade é assim?
Só pensam em dinheiro e futilidades...
São mentirosos e ainda por cima falsos.
E gananciosos por sua atenção com eles.

Quando estamos bem, parece que está tudo normal,
Mas quando estamos mal, ficam mudos e sem fazer nada,
Assim ficando sem ter a quem confiar.
Vendo a humanidade calada, é quando vejo o quanto são fúteis.

Tanta calamidade espalhada, gente sem fazer simplesmente nada,
Pessoas úteis, podendo ajudar, ficam apenas assistindo.
Olho diretamente para certas pessoas desta,
E não vejo nada além de falsidade e desejos.

Não adianta querer interferir no modo de agirem,
Portanto, o que fazer desde então?
Deixo simplesmente elas partirem, como se não às tivessem visto.
Disto então, podemos fazer nossa conclusão,
Nada é como queiramos que seja.
Isto é um fato, que não poderemos mudar nunca.

Todos nós temos momentos difíceis,
E na maioria, nos fazemos de vítima,
É de natureza nos sentirmos assim,
Logo não quero que se sinta desse modo, pois,
Você tem a mim aqui, eu acabarei com sua tristeza.
Aconteça o que acontecer, não minta para si mesma.






Omar Namur De Ávila Baldo

Palavras

Bem aqui vou eu novamente,
Nessa agonia doente, de escrever logo,
Transformar sentimentos em poesia,
Sem saber o que fazer, vou improvisando...

Apesar de ser um ser errante,
Sem ter a quem me compreenda,
Vou levando a vida, vendo-a iludida,
Não me conformo, porém o que há de se fazer?

Quando a vejo, fico sem ar.
E raras são estas em que não respiro.
Sem sequer ouvir um suspiro,
Vejo você partir, não apenas perco você mais também meu coração.

Quando estou contigo estou em paz.
Sei que serei capaz de vencer meus medos.
Mas vejo você escorregando entre meus dedos,
Assim perdendo-te novamente.

Não sei quando isso vai acabar,
Onde isto vai dar se der em algum lugar,
Não sei mais o que sentir,
Apenas que devo partir.


Omar Namur De Ávila Baldo